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Infertilidade: Nova técnica duplica êxito do tratamento

11 Setembro, 2017

Cientistas americanos descobriram que é possível regenerar ovócitos, o início celular de um embrião, através da utilização de material genético que habitualmente não é utilizado. A notícia é da conceituada na revista Cell Stem Cell.

Cientistas americanos descobriram que é possível regenerar ovócitos, o início celular de um embrião, através da utilização de material genético que habitualmente não é utilizado. A notícia é da conceituada na revista Cell Stem Cell.

O estudo prova que o ADN provém de pequenas células, os corpos polares, que se formam fora do ovócito, mas que contêm o mesmo material genético que no núcleo do ovócito da mulher. Até à data, nunca se tinha demonstrado que os corpos polares poderiam ser úteis para produzir óvulos humanos funcionais para tratamentos de infertilidade. No estudo, os cientistas do Centro OHSU para a Terapia Genética e Células Embrionárias, nos EUA, transplantaram com sucesso um corpo polar do ovócito em desenvolvimento de uma mulher no citoplasma de um ovócito sem núcleo.

Cientistas conseguiram produzir ovócitos adicionais, geneticamente relacionados com a mãe

Ainda que a técnica esteja longe de ser testada clinicamente, este avanço pode ser significativo para as mulheres em idade materna avançada. Shoukhrat Mitalipov referiu que esta técnica poderá duplicar o número de ovócitos obtidos após um tratamento de fertilização in vitro. Ao utilizarem os corpos polares que de outra forma seriam desaproveitados, os cientistas conseguiram produzir ovócitos adicionais, geneticamente relacionados com a mãe, através da transferência nuclear. Quando fertilizados com espermatozoides, os novos ovócitos desenvolveram-se em embriões viáveis, mas até ao momento nenhum dos embriões foi implantado para realizar uma gravidez real.

 

Ryan O’Neil, um dos coautores do estudo, refere que esta é a primeira investigação sobre a surpreendente viabilidade dos corpos polares humanos, que podem ser utilizados como nova fonte de material genético que anteriormente era descartado. Para além de poder vir a beneficiar as mulheres em idade materna avançada, esta técnica pode também ajudar as mulheres com mutações nas mitocôndrias, que podem resultar em formas debilitantes de doença nas crianças.

Os cientistas que tratam a infertilidade concluem que esta nova técnica maximiza as probabilidades de as famílias terem uma criança através da fertilização in vitro sem mutações genéticas.

Entretanto, há um novo implante que permite aos homens ligar e desligar a fertilidade através de um interruptor. Desde as vasectomias aos métodos contracetivos, muitas têm sido as tentativas de passar a responsabilidade do planeamento familiar das mulheres para os homens. Agora, um empreendedor alemão, Clemens Bimek, diz ter a solução para controlar a fertilidade masculina. Um interruptor capaz de impedir que o esperma seja ejaculado. De acordo com o Daily Mail, o interruptor com 1,8 cm é implantado no escroto, num procedimento com anestesia local de 30 minutos, e permite ao homem ligar ou desligar a fertilidade, como pode ver no vídeo.

 

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