Amor e Sexo

Swing – Histórias de quem entrou neste mundo… e não se arrependeu!

30 Novembro, 2019

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Nem todos tem coragem de experimentar o swing, embora muitos sejam aqueles que o desejam. Histórias de quem entrou neste mundo...

Para poder entrar-se no mundo do swing existe uma primeira regra básica: ambos os membros de um casal aceitarem participar, de livre vontade, nesta aventura.

Mas será que após você e o seu companheiro se envolverem sexualmente com outro par, tudo volta ao normal? Ou será que existem casais que se destroem por completo?

Já se questionou sobre o que aconteceria consigo e com o seu par caso arriscasse experimentar fazer swing? Leia os testemunhos de quem o fez.

“Os gemidos dela não me saem da cabeça”

“Estávamos juntos há mais de cinco anos e sempre que falávamos sobre aquilo que ainda queríamos realizar enquanto casal, o swing era um tema em cima da mesa. Eu queria, ela queria. Nada nos impedia, a não ser não conhecermos nada sobre este mundo. Foi então que ela me disse que uma grande amiga dela desejava o mesmo. Essa amiga era casada e a Cláudia convenceu-me a sairmos a quatro. Assim o fizemos. Fiquei muito amigo do marido da amiga da minha namorada e isso facilitou tudo. Meses depois do primeiro café alugamos uma casa de praia. Fomos passar um fim de semana a quatro e tudo foi preparado ao pormenor. Antes de sairmos de casa eu e a Cláudia combinamos que o nosso limite era a penetração. A experiência de ter outra mulher a fazer-me sexo oral, enquanto a minha companheira também se divertia foi excelente, até, porque no final, quando a penetrei a ela, fizemos o melhor sexo das nossas vidas. Infelizmente, a partir daí nem tudo foi bom. É que os gemidos dela não me saem da cabeça. Agora, cada vez que estou com ela a dois, sim, porque nunca mais repetimos o swing, oiço os barulhos dela de prazer, enquanto outro homem lhe fazia sexo oral. Sinto-me deprimido”.

Bernardo, 32 anos

“Ficou tudo claro… somos um do outro”

“Há três anos que eu e o Miguel fazemos parte de uma comunidade de swing, onde, para além de termos sexo, ainda conseguimos construir algumas amizades com outros membros. Na verdade, tudo começou como uma brincadeira, mas a primeira experiência correu tão bem que decidimos repetir. Aliás, eu e o Miguel somos uns selvagens na cama, para nós não existe tabus e como já tínhamos feito sexo a três com uma prostituta a única coisa que estava em dúvida era se o Miguel iria aceitar ver-me com outro homem. A primeira vez que vi o Miguel ter sexo com outra mulher, senti-me orgulhosa, não fiquei com ciúmes. É sinal que faz um bom trabalho. Tenho o privilégio de ter sexo com ele sempre que quero, sobretudo o anal, que não se arrisca fazer com mais ninguém. No dia seguinte à nossa primeira vez no swing ficou tudo muito claro para nós. Somos um do outro independentemente de darmos prazer a outras pessoas ou de o recebermos. Fazemos tudo mediante os olhares um do outro. Não nos traímos. Enquanto outro swinger me penetra, eu olho para ele, e enquanto ele tem o orgasmo com outra e lhe dá palmadas no rabinho é a mim que ele vê…”

Matilde, 28 anos

“Vi o João demasiado entusiasmado”

“O João falou-me no swing e durante alguns meses pensei no assunto. No dia em que decidi alinhar naquilo que pensava que iria ser uma brincadeira, marcamos tudo. Estava com medo do que ia acontecer, mas a excitação era maior e antes de eu e o meu marido sairmos do carro disse-lhe para não ter medo, aproveitar o momento e que dentro daquele clube tudo nos iria ser permitido, sem consequências para a nossa relação. Mas estava enganada. Gostei do ambiente, mas vi o João demasiado entusiasmado e a meter-se com todas as mulheres. Comecei a sentir-me insegura e pedi-lhe que fôssemos embora, mas ele negou-se. Fiquei e tentei ser simpática, deixei que outros casais nos abordassem, mas a raiva com que estava dele não me deixava ficar à vontade. Acabei por dizer-lhe, que ou ele ia embora comigo ou eu ia sozinha, ele ficou chateado mas saiu comigo, mesmo que depois disso estivéssemos dois dias sem nos falar. Uma semana depois, cheguei a casa a meio da tarde e ouvi um barulho vindo do quarto. A porta estava entreaberta. Vi o João com outra mulher, fiquei ali paralisada enquanto ele tinha com ela um sexo energético que comigo nunca teve. Mais, cada vez que a penetrava, gemia. Enquanto mudavam de posição ele viu-me. Com a maior das latas perguntou-me se queria juntar-me a eles. Eu disse que não. E pensar que tudo isto aconteceu pela vontade dele estar com outra mulher… Tudo começou com o swing. Nunca mais quero sequer ouvir falar disto. Quanto ao João, separámo-nos e nunca mais soube nada dele”

Rosa, 41 anos

“Tenho o melhor dos dois mundos”

“Quando o Henrique me disse que tinha vontade de entrar no mundo da troca de casais, o chão fugiu-me. Em minutos senti um murro no estômago e coloquei em causa o nosso casamento e questionei-me do que iria ser dos nossos filhos a viver com um pai, que afinal queria estar com outras mulheres. Fui dramática, confesso. Depois fiquei a pensar no assunto e cheguei à conclusão que o entusiasmo do Henrique na troca de casais não poderia ser o facto de poder estar com outras mulheres. Isso ele podia ter feito sem me dizer. Será que o que ele escondia era a vontade de ver-me a ter prazer com outros homens? Essa passou a ser a minha grande questão e, por isso, decidi alinhar. Ainda por cima estar com outro homem com a permissão do meu marido permitiu-me realizar fantasias que com ele não conseguia. Inscrevi-nos num site para swingers e participamos num dos encontros já agendados.Uma hora depois de termos chegado, e após beber uns shots, tudo começou. O Henrique seduziu uma mulher completamente diferente de mim, muito loira de pele branquinha. O companheiro dela era um mulato de olhos verdes. Amo o meu marido, mas acho que recebi o melhor orgasmo com aquele homem. A partir daquele dia passámos a frequentar o clube de swing, pelo menos, uma vez por mês. Com estes homens sou mais desinibida do que com o meu marido. É que agora tenho o melhor de dois mundos. O amor do meu marido e o sexo com outros”

Flávia, 33 anos.

“Foi a melhor estreia”

“Acho que a magia do swing está em esquecer quem somos e explorarmos um novo eu. A Margarida nunca quis que a trocasse por outra mulher, por isso ficou reticente quando lhe disse que queria levá-la a um clube de swing. Ainda assim, ela quis dar-me uma prova de amor e aceitou. Começámos pelo básico. Sexo normal com outras pessoas. Mas duas horas depois de uma maratona com um casal, envolvemo-nos com outro. Mas inovámos. Sim, em apenas duas horas de swing já nos estávamos a aventurar com mais. Conhecemos outro casal, e iniciamos o ritual, mas às tantas, nem sei como eu estava a penetrar um homem e a Margarida estava a receber sexo oral de outra mulher. Acho que foi a melhor estreia de alguém nesta aventura. Claro que com tanto prazer hoje em dia continuamos a ser swingers”.

Jaime, 38 anos

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Texto: Redação Win-Conteúdos Digitais; Fotos: iSotck

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