Nacional

ÚLTIMA HORA! Cláudio de Casados à Primeira Vista submetido a transplante!

31 Outubro, 2019

Há quase cinco anos à espera de um transplante de rins, Cláudio Mendes é esta quinta-feira submetido a cirurgia que lhe deverá devolver qualidade de vida.

Depois de quase cinco anos de espera, Cláudio Mendes vai finalmente ser submetido a um transplante renal. O ex-concorrente de Casados à Primeira Vista, da SIC, tem insuficiência renal crónica desde 2011 e faz diálise desde 2015. «Estou à espera há sete anos de transplante, mas em lista ativa estou há quatro e meio», disse, em agosto passado, ao site da revista Maria.

Na madrugada desta quinta-feira, 31 de outubro, o madeirense recebeu o tão aguardado telefonema, que o levou já ao Hospital Santo António, no Porto. «A minha espera terminou. Daqui a poucas horas irei estar a receber o tão desejado transplante e ter uma segunda vida. Agora, é ter fé e esperança que tudo irá correr bem e recuperar rápido. Até breve…», anunciou Cláudio no Instagram.

A namorada, Raquel Pereira, também recorreu às redes sociais para «dizer que a espera do Cláudio terminou». «A chamada pela qual este guerreiro aguardava há mais de quatro anos e meio foi recebida. O Cláudio vai fazer o transplante no dia de amanhã. Vamos todos rezar para que tudo corra bem e o Cláudio volte a ser feliz», lê-se.

«Não retiram nenhum rim e transplantam mais um»

Quando, em agosto, nos falou sobre este problema de saúde, Cláudio tinha os rins a funcionar «bem abaixo» dos 15% e estava obrigado a fazer diálise em casa, pelo menos, três vezes por dia. Na altura, explicou que o transplante é de apenas um destes órgãos e que os nativos não são retirados.

«Uma pessoa vive bem com um rim. Assim sendo, um dador cadáver doa os dois rins para outros tantos doentes. Não retiram nenhum e transplantam mais um», referiu.

Após a cirurgia, o madeirense ficará, então, com os dois rins nativos e com o terceiro que foi transplantado, deixando de haver necessidade de realizar diálise. «Os nativos podem ir perdendo função, mas a tendência é estabilizar. E podem ficar no organismo desde que não provoquem infeções. Normalmente ficam sempre. Só no caso de pessoas que têm muitas infeções é são retirados, mas é raro», afirmava.

Veja mais aqui.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: reprodução redes sociais

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