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Carolina Deslandes está de luto: «Era a mais corajosa das mulheres»

28 Fevereiro, 2020

Carolina Deslandes perdeu a avó Ana Maria, «a mais corajosa das mulheres». A cantora dedica-lhe um emotivo texto, partilhado nas redes sociais.

Carolina Deslandes chora a morte da avó Ana Maria. A cantora prestou uma homenagem a Ana Maria, a quem chamava de «avó Redonda», «Dona Ana, a mais corajosa das mulheres».

«Podia sentar-me e contar-vos milhares de histórias sobre a minha avó. Histórias que vos iam fazer rir até vos doer a barriga, histórias que vos iam fazer chorar até vos faltar o ar, histórias que dão vontade de aplaudir e histórias que dão vontade de gritar ‘essa mulher é doida’», escreve Deslandes, de 28 anos, nas redes sociais.

Num texto carregado de emoção, descreve a avó como uma «força da natureza», afirmando que foi com ela que percebeu «o porquê das tempestades terem nome de mulher». «Erguia-se no pior dos cenários e continuava a caminhar, fazia toda a gente parar à sua volta com o seu jeito autêntico de ser. Era também a autora da melhor comida que alguma vez provei na vida», elogia.

Carolina desabafa sobre a forma como quer que Ana Maria «seja lembrada»: «Podia contar-vos milhares de histórias sobre a minha avó, mas deixo-vos esta: a minha avó estava a voltar para casa de táxi e mandou-o parar para ajudar uma mulher que estava a ser agredida pelo namorado no meio da rua. Depois disso saltou para a estrada e obrigou os carros a pararem e a ajudá-la também»

«Descanse em paz. Saiba que foi profundamente amada e será assim até ao fim dos tempos», termina.

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Podia sentar-me e contar-vos milhares de histórias sobre a minha avó. Histórias que vos iam fazer rir até vos doer a barriga, histórias que vos iam fazer chorar até vos faltar o ar, histórias que dão vontade de aplaudir e histórias que dão vontade de gritar “essa mulher é doida”. Era uma força da natureza, foi com ela que percebi o porquê das tempestades terem nome de mulher. Erguia-se no pior dos cenários e continuava a caminhar, fazia toda a gente parar à sua volta com o seu jeito autêntico de ser. Era também a autora da melhor comida que alguma vez provei na vida. Podia contar-vos milhares de histórias sobre a minha avó, mas deixo-vos esta: a minha avó estava a voltar para casa de táxi e mandou-o parar para ajudar uma mulher que estava a ser agredida pelo namorado no meio da rua. Depois disso saltou para a estrada e obrigou os carros a pararem e a ajudá-la também. É assim que quero que seja lembrada. Ana Maria, avó Redonda, Dona Ana, a mais corajosa das mulheres. Ate já. Descanse em paz. Saiba que foi profundamente amada e será assim até ao fim dos tempos.❤️

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Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: reprodução redes sociais

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