Nacional

Rui Maria Pêgo faz dedicatória à mãe, Júlia Pinheiro

6 Maio, 2018

O locutor deixou uma declaração à mãe Júlia Pinheiro em dia especial. «Nada disto é simples por mais que o instagram o faça parecer», escreveu.

Foi abraçado à mãe, numa fotografia a preto e branco, e de sorriso no rosto que Rui Maria Pêgo decidiu partilhar com mundo o que sente em relação à mãe e ao conceito de família. Este domingo, dia 6 de maio, celebra-se o dia da mãe e o apresentador não quis deixar passar este dia especial em branco sem antes fazer uma declaração emotiva à progenitora.

«Nem sempre os astros têm bom senso», é assim que o locutor começa o texto para Júlia Pinheiro.

«Eu podia ter 1,90, olhos azuis e uma Harley Davidson à porta, mas Júpiter ou Neptuno – o planeta que bebe shots mas quer levar o carro na mesma – tinha outras ideias. Nasci há 29 anos, filho de um grande amor, hoje quase nos 1,70, de olhos castanhos e com um fiat 500 da minha irmã Carolina parado à porta», contou Rui revelando o orgulho que sente no amor que existe entre os pais.

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«A vida não é ideal, claro, mas foi um convite que a minha mãe e o meu pai me fizeram para aparecer e eu aceitei. Também não tinha nada melhor para fazer e o @netflix ainda não tinha sido inventado. Vai daí, nasci. Mas só porque simpaticamente fui levado dentro da barriga da minha mãe durante 9 meses sem fumo ou ABBA – coisas que tive de colmatar mais tarde», continuou.

«Não há mulher que admire mais. Sobretudo, por não existir apenas como mãe»

«Nada disto é simples por mais que o instagram o faça parecer. Somos todos filhos e filhas de alguém e essas pessoas filhas e filhos de outras. Ninguém ensina ninguém a ser mãe, nem ninguém – por mais que se tente – ensina alguém a ser filho. Não há famílias sem confrontos, afirmações ou decisões absurdas como daquela vez em que não fui autorizado a fazer o buço porque surgiria barba demasiado cedo», disse.

«E depois existem as outras que são feitas com todo o coração aberto possível: Qual é a mãe que permite que um filho faça uma versão ficcionada da sua vida, gravada em casa dos pais, com o título de filho da mãe? A minha.
Quem lê isto tem certamente ficções, opiniões, leituras, vontades e lógicas sobre mim e sobre a nossa relação que calha ter uma dimensão pública. É provável que seja tudo ao lado. Não há mulher que admire mais. Sobretudo, por não existir apenas como mãe. Existe para lá disso. É a melhor a jogar cardsagainsthumanity. Nunca me facilitou a vida – só quando ma deu. E vê os outros, mesmo que custe olhar. No fundo, isto poderia ter corrido tudo muito mal. Eu podia ter uma banda ou assim, mas vou só com uma capa de pêlo à abertura da eurovision», escreveu em jeito de declaração de amor para a apresentadora da SIC.

«Correu-lhe bem, acho. E de certeza que me correu muito bem ter nascido onde nasci. Bom dia da Mãe, mãe. Que continuemos a rir – apesar de tudo -, sempre», terminou.

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