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Sem papas na língua, ex de Mariana Patrocínio revela: “Faço de pai e mãe”

6 Maio, 2021

Mariana Patrocínio – irmã mais velha de Carolina Patrocínio – separou-se de Alexandre Esteves de Oliveira, ao fim de 10 anos de casamento

Mariana Patrocínio separou-se de Alexandre Esteves de Oliveira. O advogado deixa no ar que há um mal-estar entre ambos e manda ‘bocas’ à irmã mais velha de Carolina Patrocínio O casal não assumiu, ainda, publicamente a separação, no entanto as últimas publicações de ambos nas redes sociais parecem ser a confirmação de que a relação chegou mesmo ao fim.

Depois de Mariana Patrocínio escrever que estava a começar uma “nova vida”, foi a vez de Alexandre mostrar as suas rotinas com os filhos, numa casa que não é aquela onde o casal vivia. Mas o advogado foi mais longe: deixou transparecer que há um possível mal-estar com a ex-mulher.

“Não os tive [filhos] só para ter mais seguidores no Instagram e futilidades afins”, Alexandre

“Continua o meu improvável papel diário de fazer de pai e de mãe dos meus filhos. Não os tive só para ter mais seguidores no Instagram e futilidades afins. Foi mesmo por amor, e assim continuará”, escreve o advogado na legenda de uma fotografia, onde mostra os três filhos que resultam do casamento com a irmã mais velha de Carolina Patrocínio: Mateus, de oito anos, Pureza, de sete, e Mariana, de dois.

De seguida, partilha uma imagem de Pureza com a seguinte legenda: “Puri: super feliz por ir ao Zoo com as amigas do colégio: felizmente, as amigas dela não são da mesma estirpe das amigas da mãe. Como me diz a minha família: não ligue, Alexandre, aquilo é outra gente!”

“Não se contraria uma mãe que teve a trabalheira toda de a conceber e dar à luz”

Já em meados de abril, Alexandre Esteves de Oliveira deixou um desabafo no Instagram onde confessa que nunca quis que a filha mais nova recebesse o mesmo nome da mãe, Mariana. Diz, ainda, que a ex-mulher foi ‘atrás’ da irmã Carolina Patrocínio, que também deu à filha mais nova o seu nome.

“Nunca me passou pela cabeça chamá-la Mariana: a ideia era outra, parecida, mas diferente, claro: não haveria confusão com o nome da mãe: mas em casa a Mariana tinha deixado de ser uma: agora haviam duas: para quê, não bastava uma? Acho que sim: mas a Carolina tinha chamado Carolina à filha e elas fazem tudo de forma coincidente: um avô também ajudou porque era acérrimo defensor de Mariana e contorcia-se sempre que ouvia o nome que os pais tinham congeminado para o seu novo bebé: nisto a mãe, na cama do hospital, vacila por completo:

Naquele momento, em que as hormonas estão pouco alinhadas, queria Mariana, porque sim: o pai, que (não) aceitou um suborno, mas é um coração de manteiga, anteviu eventual harmonia na mãe e filha Marianas e lá concedeu: não se contraria uma mãe que teve a trabalheira toda de a conceber e dar à luz: às vezes pergunto-me se estou satisfeito com o nome dela, como o faço em relação aos meus outros filhos: e acho que estou, na verdade: ela fez o nome e Mariana acaba por encaixar bem: sucede depois que, sem aviso, constato que a amo muito”, pode ler-se.

Veja as imagens das publicações na nossa galeria.

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Texto: Inês Neves; Fotos: reprodução Instagram

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