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Joaquim Horta “A forma que tenho para me libertar é automutilando-me”

28 Agosto, 2017

O ator revelou pormenores inéditos do novo projeto na TVI, "A Herdeira", antes de partir para o México.A automutilação é um dos temas...

A revista Maria esteve na partida dos atores Kelly Bailey, Lourenço Ortigão e Joaquim Horta para o México. Foi no Aeroporto de Lisboa que Joaquim Horta nos revelou alguns pormenores inéditos da nova novela.

Joaquim Horta vai interpretar Rámon, um pai cigano extremoso e muito protetor. A automutilação é um dos temas que poderemos ver representados nesta nova produção. Questionado sobre o que foi mais difícil de recriar, o ator explica:

“Numa novela há sempre situações extremas e contando já aqui um bocado da história… Há uma situação em que vou estar preso e sei que a Luz está em perigo e a forma que tenho para me libertar é automutilando-me. Isso é uma situação extrema, não é? Eu próprio por mais desesperado que estivesse não sei até que ponto chegava.”

Da SIC para a TVI, Joaquim está feliz com este novo desafio. A etnia cigana está a deixar o ator muito surpreendido:

“É uma comunidade cheia de coisas por onde pegar.”

O ator interpretará o pai adotivo de Kelly Bailey e afirma que a preparação foi feita através de muita observação da comunidade cigana. E como é interpretar Rámon?

“O forte aqui é a forma desmedida como ele a protege, para o bem e para o mal. O importante é tentar passar e tornar credível que eu realmente gosto daquela pessoa de uma forma de que sou capaz de mover o mundo para a defender. E a Kelly tem um ar adorável por isso não é muito difícil fingir que gosto dela.”

11 horas no avião, é o que Joaquim, Kelly e Lourenço terão de enfrentar até chegar ao México. Estas cenas gravadas num país diferente serão recheadas de muita ação, perseguições e muitas “nódoas negras” revelou, brincando.

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Conteúdos WIN – Marta Ferreira

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