Família e Carreira

«Não consigo aceitar a emigração do meu filho. Dói demais…»

16 Novembro, 2019

Já passaram quatro anos, mas choro a cada telefonema, a cada reencontro e despedida… como se fosse a última das nossas vidas.

Já passaram quatro anos, mas choro a cada telefonema, a cada reencontro e despedida… como se fosse a última das nossas vidas. A dor de perder um filho deve ser inigualável, mas a dor de ver um filho a ganhar asas e voar além-fronteiras é insuportável.

Posso ser egoísta, e sou, mas é o que sinto. A mais pura das verdades. Não consigo aceitar viver longe do meu filho. Não consigo aceitar passar meses e meses a contar os dias para o ver, para o abraçar e senti-lo junto a mim.

O meu bebé… era tão lindo quando nasceu. Tinha umas bochechas que só apetecia apertar. O meu bebé… chorava a noite inteira. Era terrível! Só queria mimo, maminha, mãe, mãe e mãe… sempre foi tão agarrado a mim! E hoje sou eu que choro todas as noites. Dava tudo, mas tudo para voltar atrás no tempo e refilar menos. Dava tudo para lhe dar mais colo, para lhe dar mais mimo durante a noite, a qualquer hora que fosse, quando quisesse…

Continue a ler esta história aqui.

Siga a Revista Maria no Instagram

partilhar | 0 | 0

 
Top