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Carolina Loureiro desvaloriza curvas e pede: «Preocupem-se menos com a aparência»

10 Novembro, 2019

É como a protagonista Nazaré que Carolina Loureiro soma e segue na sua carreira enquanto atriz. Nesta entrevista pode ficar a conhecê-la um pouco melhor...Carolina Loureiro desvenda segredo único para manter silhueta invejável!

Aos 27 anos, já mostrou que sabe bem o que quer mas no meio de tamanho “furacão”, Carolina Loureiro tem tanto de determinada como de emotiva… o que não a faz desviar, por um milímetro, do caminho que traçou. «Digo sempre o que me está no coração, sei que é o que está certo», chegou a dizer publicamente a nova “namoradinha” de Portugal.

Após se ter estreado como atriz em Morangos com Açúcar, em 2011, foi como Nazaré que a atriz regressou à representação.

«Nunca tinha sido protagonista e muito menos tinha tido uma personagem com o peso desta», afirmou, acrescentando que esta personagem é muito parecida consigo. «Toda a preparação exigiu muito de mim, física e psicologicamente. Sinto que me superei. Estou feliz e realizada», garantiu Carolina, que não quis deixar de celebrar o 41.º aniversário da revista Maria com as nossas leitoras. Como tal, aqui fica a entrevista exclusiva da nova menina bonita da SIC.

Acha que o sucesso que a novela Nazaré tem está a mudar a sua vida de alguma forma?

Estou muito feliz com o sucesso e acho que isso é muito bom, não só para mim, como para todo o elenco. Ser reconhecida pelo meu trabalho e chamarem isto de “sucesso” é incrível! Sou muito agradecida por isso. Acredito que possa mudar a minha vida, mas não penso muito nisso…

Se não pensa muito nisso, então quais são as suas aspirações enquanto atriz?

Quero investir um pouco na minha formação e continuar a crescer como atriz. Tenho o sonho de chegar ao cinema.

Por diversas vezes, a Carolina já disse que é uma pessoa muito genuína. Para si, qual é a importância de se ser genuíno?

Porque iria eu ser uma coisa que não sou? A importância é o compromisso que faço comigo mesma e a lealdade que tenho a mim própria, ao meu ser. Não faz sentido não sermos nós próprios, isso é estarmos a trair a única pessoa que está sempre connosco, desde que nascemos até morrermos!

Sente-se uma jovem diferente das da sua idade por aparecer na televisão e ser figura pública?

Sinto que cada um segue o caminho que quer. Eu decidi ser fiel a mim mesma. Se calhar na minha idade não há tanta gente a pensar assim, porque estão a crescer interiormente, e há outros mais evoluídos neste aspeto. Eu ligo muito à espiritualidade e trabalho nela todos os dias. Talvez por isso seja uma pessoa diferente.

Como é, habitualmente, o seu dia-a-dia, agora que já acabou de gravar a novela?

Acordo cedo, tomo um grande pequeno-almoço, com tudo a que tenho direito, com ovos mexidos, abacate, queijo fresco, pão, leite e café, e sempre com os meus gatos à minha volta. Depois, faço uma aula de ioga e vejo o mar. Almoço pela praia e combino algo com os meus amigos. Vou ao ginásio e, no final do dia, vou ver, sempre que posso, o pôr-do-sol. De seguida, termino as minhas noites a ver a Nazaré e depois tenho o hábito de ler sempre antes de dormir.

«Nunca lutei com a balança»

Que cuidados tem com o seu corpo, sendo que é a típica mulher portuguesa, com curvas?

Faço ioga e ginásio, mais até pela mente. Gosto de exercício porque me sabe bem e, principalmente, gosto de fazê-lo ao ar livre. Não faço para ficar com a barriga lisa ou para ter mais rabo. Faço porque me sabe bem e me mantém ativa. Percebi que gosto de correr e, hoje em dia, gosto de correr ao pé da praia. Sabe-me muito bem.

Costuma lutar com a balança ou sente-se bem resolvida?

Super-resolvida. Nunca lutei com a balança!

Qual foi o piropo mais engraçado que recebeu e o menos simpático, ainda se lembra?

Não me lembro assim de nenhum mau, mas recebo muitas mensagens a pedir para ser o par do baile de finalistas (risos).

Como é que hoje olha para as mulheres mais velhas?

Como vida, como inspiração… E olho com muito respeito.

Quem lhe serve de inspiração?

A minha mãe e a minha avó. São duas guerreiras, duas forças da natureza e com muito amor pelo próximo. São os meus verdadeiros ídolos.

Que influências lhe passaram elas, que ainda hoje estão vincadas?

O ajudar o próximo, amor, força, liberdade, lealdade, humildade, garra. Levo comigo para toda a vida as lições e o exemplo delas.

Tem algum vício?

Eu tenho o vício de ver o pôr-do-sol, de acampar, sou viciada nos meus amigos e na minha família. Não sou consumista, de todo. Para mim, os maiores vícios são viver e viajar…

Onde gasta o seu dinheiro?

Em viagens! E venho mais rica, incrível não é?

«Preocupem-se menos com a aparência»

Que tipo de relação tem com as rede sociais?

Vejo como uma ferramenta de trabalho, mas gosto muito de passar as minhas macacadas. Não
penso muito no que coloco nas redes sociais.

Viveria sem elas?

Claro!

Já fez viagens sozinha. Como é que se planeia uma viagem dessas?

Sem medos, mas não se planeia muito. O importante é a viagem de ida, quanto ao resto, vai-se decidindo ao longo da jornada. Go with the flow (deixar fluir).

Não tem medo? Tenho… De não viver a vida ao máximo…

O que leva sempre na mala?

Roupa tento levar o menos possível porque andar com uma mochila às costas torna-se muito cansativo. Procuro ter sempre uma farmácia e um mini-kit de primeiros socorros. Ténis confortáveis também me preocupo em levar.

Que conselhos dá às jovens da sua idade?

Aconselho-as a preocuparem- se menos com a aparência e a preocuparem- se mais com a saúde mental.

Do que precisa para ser feliz?

Da família e dos amigos… E muito amor entre todos. O amor é a base de tudo!

Texto: Rita Leal; Fotos: Paula Alveno, Divulgação SIC e DR.

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